1️⃣ ANACOM herdou a queixa digital A ANACOM recebeu 98 reclamações sobre serviços digitais no 1.º trimestre, mais 238% do que há um ano. Meta concentrou mais de metade das queixas; 38 casos seguiram para reguladores de outros países.
💡 Porque importa O regulador já não olha só para rede, preço e contrato. Moderação, contas bloqueadas, plataformas e segurança digital começam a entrar na mesma conversa de confiança e customer experience.
☕ Conversa de café Quando a reclamação é sobre uma conta bloqueada no Instagram, quem é que o cliente acha que devia resolver isto?
2️⃣ AdC voltou à TV gravada A AdC aplicou coimas de 13,351 milhões de euros a três operadores de telecomunicações e uma consultora por acordo anticoncorrencial ligado à publicidade nas gravações de TV. NOS e Vodafone já disseram que vão recorrer.
💡 Porque importa A TV continua a ser produto de retenção, mas qualquer alteração coordenada no serviço vira risco concorrencial. A fronteira entre inovação comercial e prática concertada ficou mais estreita.
☕ Conversa de café Quantas decisões de produto ainda parecem só operacionais até alguém lhes chamar concertação?
3️⃣ BT pôs IA na defesa da rede A BT juntou-se ao Project Glasswing da Anthropic para usar Claude Mythos Preview na deteção de vulnerabilidades. A operadora diz que bloqueia quatro milhões de ciberataques por dia nas suas redes.
💡 Porque importa Cibersegurança telco está a passar de SOC tradicional para defesa assistida por IA sobre telemetria de rede. Para B2B, confiança começa a depender tanto da operação interna como do produto vendido.
☕ Conversa de café Se a IA entra no SOC antes de entrar no cliente, quem é que vai conseguir vender segurança sem mostrar a própria casa?