1️⃣ O intermediário ficou caro para o cliente frágil O Banco de Portugal conclui que quem usa intermediários no crédito pessoal tende a ter menor rendimento, menor escolaridade e acaba com TAEG mais alta do que quem contrata directamente com o banco.

💡 Porque importa Distribuição barata pode sair cara em risco reputacional. A pergunta deixa de ser só quanto origina, e passa a ser que cliente chega por esse canal.

☕ Conversa de café Quem está a comprar volume pelos parceiros sabe exactamente que cliente está a entrar?


2️⃣ A fraude digital ganhou mesa própria O Banco de Portugal lançou uma plataforma para juntar entidades públicas e privadas no acompanhamento da fraude digital. O tema sai do aviso ao cliente e entra em coordenação operacional permanente.

💡 Porque importa Cartões, transferências e pagamentos vivem da mesma coisa: confiança no momento da compra. Se a fraude muda mais depressa que a resposta, a fricção volta ao checkout.

☕ Conversa de café Quanto atrito é que o cliente aceita antes de culpar o banco e não o burlão?


3️⃣ A Cofidis vende apoio regulatório aos parceiros A Cofidis apresentou no Jornal Económico uma aposta B2B que inclui um Pack Jurídico, feito com a ABC Legal, para apoiar parceiros no enquadramento do crédito ao consumo.

💡 Porque importa O concorrente está a tratar parceiros como canal crítico, não como mera origem de leads. Quem simplificar compliance pode ganhar distribuição onde a regra ficou pesada.

☕ Conversa de café Na próxima parceria, quem oferece só financiamento ainda chega à reunião com vantagem?