1️⃣ O terminal entrou na estratégia O Banco de Portugal pôs em consulta pública a Estratégia Nacional para os Pagamentos de Retalho 2030, aberta até 28 de julho, com aceitação de pagamentos eletrónicos por comerciantes e estudo de uma base de dados de contas usadas em fraude.

💡 Porque importa Isto mexe em aceitação, fraude e custo operacional. Para quem vive de cartão, checkout e retalho, o regulador está a empurrar o mercado para menos exceções e mais rastreio.

☕ Conversa de café Se o comerciante tiver de aceitar eletrónico e a conta suspeita ficar marcada, quem paga a fricção no checkout?


2️⃣ A Revolut pôs preço no crédito A Revolut mostra em Portugal crédito ao consumo até 30.000€, com TAEG variável a partir de 9,47%, pedido online e reembolso até 7 anos.

💡 Porque importa Não é só conta digital. É pressão direta sobre aquisição, pricing e experiência de crédito pessoal, com uma marca que já disputa uso diário e não apenas viagens.

☕ Conversa de café Quando o cliente vê 9,47% no telemóvel, que argumento ainda chega no balcão ou no cartão?


3️⃣ A contrafação está a comer margem Dados do EUIPO apontam para 420 milhões de euros por ano em vendas perdidas em Portugal na moda, malas, joalharia e relógios, com comércio eletrónico e redes sociais a alimentar a entrada de produtos falsos.

💡 Porque importa Isto não é só problema de marcas. Bate em retalho, chargebacks, risco de merchant e confiança no pagamento quando a compra vem de canal social ou marketplace.

☕ Conversa de café Quantas destas compras parecem aquisição barata até vir a disputa, a devolução ou a ASAE?