1. Universo chega aos lucros e deixa de ser só cartão de tráfego
Detida pela Sonae e pelo Bankinter Consumer Finance, a Universo teve em 2025 o primeiro ano positivo, com 18 milhões de euros antes de impostos, depois de prejuízos acumulados de 80 milhões. O cartão já passa 1,2 milhões de clientes.
💡 Porque importa Quando a unidade financeira deixa de ser só ferramenta comercial e começa a ganhar dinheiro, o grupo passa a ter mais do que fidelização: ganha um motor próprio de margem e dados.
☕ Conversa de café Cartão que só puxa compras é marketing. Cartão que começa a dar lucro vira negócio.
2. Worten sobe online para 20% e iServices abre novo mapa
A Worten levou o online de 17% para 20% das vendas em 2025. Ao mesmo tempo, a iServices entrou nos Países Baixos e em Espanha continental e fechou o ano com 130 localizações em seis geografias.
💡 Porque importa Não é só vender eletrónica. É usar a marca para empurrar omnicanal e serviços de reparação, onde a relação com o cliente dura mais do que uma promoção.
☕ Conversa de café Quando a reparação começa a viajar melhor do que a venda de gadgets, há ali mais do que retalho.
3. Musti tira a ZU da órbita da MC e ganha escala fora da Ibéria
A Musti, detida pela Sonae, comprou a ZU em dezembro, passou a operar em sete países e cresceu 14,4% em vendas em 2025. A antiga insígnia da MC entra agora numa plataforma europeia dedicada ao pet care.
💡 Porque importa Isto é gestão de portefólio a sério: pegar num ativo pequeno, pô-lo na plataforma certa e dar-lhe escala internacional em vez de o deixar perdido dentro do retalho alimentar.
☕ Conversa de café Em grupos grandes, crescer muitas vezes é isto: menos apego às insígnias, mais frieza a arrumar ativos.