1️⃣ A BMS meteu o Claude na fábrica dos medicamentos A Bristol Myers Squibb fechou um acordo com a Anthropic para levar o Claude a mais de 30 mil trabalhadores, da investigação à produção. A ideia é usar agentes também em relatórios clínicos, segurança de doentes e submissões regulatórias.

💡 Porque importa A IA deixou de ser só ferramenta de laboratório. Numa farmacêutica deste tamanho, entra no trabalho chato que atrasa medicamentos.

☕ Conversa de café Se o dossiê regulatório passa a andar com agentes, quem vai querer assinar a última página?


2️⃣ A NASA pôs IA a vigiar algas tóxicas A NASA testou uma ferramenta que junta dados de vários satélites, incluindo PACE e TROPOMI, para detetar blooms de algas nocivas na Florida e no sul da Califórnia.

💡 Porque importa Isto serve para alertas mais cedo em praias, pesca e água. Não resolve a poluição, mas dá mais tempo antes de fechar a torneira ou a baía.

☕ Conversa de café Se o satélite vê a mancha primeiro, quanto tempo é que as autoridades ainda têm para dizer que estão a acompanhar?


3️⃣ A falta de chips ainda não acabou O CEO da ASML disse à Reuters que o mercado de semicondutores vai continuar tenso, com gargalos pontuais na cadeia de fornecimento. A procura vem de IA, robótica e satélites.

💡 Porque importa A IA não depende só de modelos melhores. Depende de máquinas raras, fábricas lentas e fornecedores que já trabalham no limite.

☕ Conversa de café Se até a ASML fala em gargalos, quem é que ainda vende a IA como se fosse só software?