1️⃣ O Facebook quer responder com o que as pessoas publicam Meta começou a lançar no Facebook um AI Mode que responde a pesquisas com base em posts públicos nas suas apps, incluindo Groups e Reels. A função usa o modelo Muse Spark e aparece ao lado dos modos normais de pesquisa.

💡 Porque importa Isto transforma o conteúdo público dos utilizadores em matéria-prima para respostas de IA. Para quem pesquisa, é menos lista de links; para quem publica, é mais uma razão para olhar para o que deixou público.

☕ Conversa de café Quantas pessoas ainda sabem o que ficou público no Facebook há dez anos?


2️⃣ A Microsoft abriu a memória do trabalho aos agentes A Microsoft marcou para hoje a disponibilidade geral das Work IQ APIs, que dão a agentes acesso governado a contexto do Microsoft 365: emails, calendário, reuniões, chats, ficheiros e relações dentro da organização.

💡 Porque importa Os agentes de trabalho falham quando só recebem documentos soltos. A aposta da Microsoft é vender contexto já tratado, com permissões e auditoria, em vez de deixar cada empresa montar a sua própria camada de memória.

☕ Conversa de café Quem é que vai explicar ao agente qual foi a reunião que ninguém pôs por escrito?


3️⃣ Um implante cerebral saiu do laboratório para a sala de estar Um estudo na Nature Medicine descreve um homem com ALS que usou em casa uma interface cérebro-computador durante mais de 3.800 horas, escreveu 183.060 frases e controlou o computador sem investigadores presentes.

💡 Porque importa O salto não é só a precisão. É a autonomia: comunicar, enviar mensagens, navegar na internet e manter trabalho a tempo inteiro com um sistema usado quase diariamente durante 19 meses.

☕ Conversa de café Quando uma tecnologia ainda parece ficção mas já serve para mandar emails, em que prateleira a pomos?