1️⃣ Anthropic pôs Fable 5 cá fora com travões Anthropic lançou Claude Fable 5 e Claude Mythos 5. Fable 5 fica disponível no Claude API e em planos pagos, mas pedidos sensíveis de cibersegurança, biologia, química ou distillation passam para Opus 4.8.
💡 Porque importa É uma forma nova de vender capacidade frontier: modelo mais forte para trabalho normal, modelo mais contido quando o risco sobe.
☕ Conversa de café Se 5% das sessões batem no travão, quantas equipas vão perceber isso antes de meter isto num workflow crítico?
2️⃣ Cohere abriu um modelo pequeno para coding agents Cohere lançou o North Mini Code 1.0, um modelo MoE aberto para programação agentic: 30B parâmetros no total, 3B activos, licença Apache 2.0, contexto de 256K e pesos no Hugging Face.
💡 Porque importa Para equipas que querem correr coding agents fora de uma API fechada, isto é mais interessante do que mais um modelo gigante. O teste passa a ser custo, latência e qualidade em tarefas reais de terminal.
☕ Conversa de café Um H100 ainda conta como modelo pequeno ou só como pequeno para quem tem datacenter?
3️⃣ Copilot CLI ganhou agents em ficheiros Markdown GitHub mostrou custom agents no Copilot CLI. A equipa define comportamento, ferramentas, standards e outputs num perfil Markdown, em vez de repetir o mesmo prompt cada vez que abre o terminal.
💡 Porque importa Isto transforma automações soltas em workflows versionáveis. O terminal fica menos conversa improvisada e mais processo que pode ser revisto em pull request.
☕ Conversa de café Quem vai rever o agent: a equipa de plataforma ou a pessoa que ficou farta de escrever o mesmo comando?