1️⃣ A OpenAI alargou a retenção zero aos modelos frontier A OpenAI está a testar o Private Safety Processing com clientes selecionados. O sistema procura abuso ao longo de várias sessões sem guardar prompts nem respostas.
💡 Porque importa Equipas com dados sensíveis deixam de ter de escolher entre modelos mais capazes e retenção para controlo de segurança. O alerta que sai do sistema é limitado ao tipo de abuso detetado.
☕ Conversa de café Quantas equipas vão aceitar o alerta sem poder auditar a conversa que o gerou?
2️⃣ Claude pegou na stack inteira de desenho de proteínas Agents da Anthropic combinaram ferramentas open-source para desenhar proteínas contra 15 alvos. Conseguiram resultados mensuráveis em 14, com taxas de ligação entre 22% e 35% conforme o setup.
💡 Porque importa O modelo não substituiu software científico especializado. Tratou da escolha, execução e coordenação das ferramentas, trabalho que costuma exigir especialistas e vários dias.
☕ Conversa de café O protocolo tinha 16 mil palavras e até 50 mil dólares de compute. Quantos laboratórios conseguem repetir isto?
3️⃣ smolvm fechou código não confiável numa microVM Testes ao smolvm 1.8.3 correram Python e JavaScript sem rede, com limites de CPU, RAM e disco. O arranque a frio ficou entre 0,6 e 1,5 segundos; execuções quentes rondaram 50 ms.
💡 Porque importa Produtos que executam código escrito por utilizadores ou agents ganham uma alternativa open-source a contentores com kernel partilhado. Inputs podem entrar em modo read-only e apenas a pasta de output fica gravável.
☕ Conversa de café Quem ainda deixa o coding agent correr no mesmo kernel que as credenciais?