1️⃣ FCA tapa nomes nas posições curtas

A FCA fechou o novo regime de short selling no Reino Unido. Passa a publicar só dados agregados por empresa, alarga o prazo de reporte até às 23:59 do dia útil seguinte e troca as notificações repetidas dos market makers por uma confirmação anual.

💡 Porque importa Menos atrito regulatório pode devolver algum fôlego a desks, prime brokers e market makers. Para quem vive de liquidez e inventário, detalhe operacional destes conta mais do que parece.

☕ Conversa de café Se o nome sai do ecrã, a liquidez volta ou o short fica só menos visível?


2️⃣ State Street volta a cobrar como utility global

A State Street fez 2,96 mil milhões de dólares em fee revenue no 1.º trimestre, mais 15% do que há um ano, levou a receita total para 3,80 mil milhões e fechou março com 54,5 biliões de dólares em ativos sob custódia e administração. O FX também ajudou, com volumes recorde e mais 25%.

💡 Porque importa É um lembrete útil para o setor: a escala em servicing, administração e execution continua a imprimir margem mesmo quando a conversa pública vai toda para crédito e depósitos.

☕ Conversa de café Quem é que ainda olha para custody como negócio morno depois destes 54,5 biliões?


3️⃣ Truist compra tempo fora do juro

A Truist fechou o trimestre com 1,09 dólares de EPS diluído e 1,4 mil milhões de dólares de resultado atribuível aos acionistas comuns. O que segurou melhor o número foi o lado das fees: investment banking e trading subiram 36% para 372 milhões e o noninterest income cresceu 12%.

💡 Porque importa Nos bancos mais expostos a margem de juro, o mercado voltou a lembrar uma coisa simples: sem fee mix, o trimestre fica curto mais depressa.

☕ Conversa de café Quanto deste alívio vem do negócio e quanto vem só de um trimestre com mercado mexido?