1️⃣ Bruxelas compra tempo no trading book até 2027
A Comissão Europeia abriu consulta a um ato delegado que mexe no FRTB antes da entrada em vigor a 1 de janeiro de 2027. O objetivo é aliviar durante três anos o choque de capital para bancos europeus com atividade de trading.
💡 Porque importa Para bancos com mesa relevante, isto mexe em RWA, pricing e alocação de capital. O tema já voltou ao centro do P&L.
☕ Conversa de café Quem é que fecha o budget de 2027 com o trading book ainda em calibração?
2️⃣ A LSEG já cobra dos dois lados da volatilidade
A LSEG fechou o primeiro trimestre com receita recorde: o total income sem recoveries subiu 9,8% e Markets cresceu 15,5%. Já tem mais de 150 clientes ligados ou em onboarding no MCP server.
💡 Porque importa Quando a infraestrutura ganha no fluxo de mercado e na distribuição de dados, a vantagem deixa de ser escala e passa a ser pricing power.
☕ Conversa de café Com trading a puxar e MCP a entrar em produção, quem é que ainda chama a isto só bolsa?
3️⃣ A AmEx abre 2026 com o premium ainda a gastar
A American Express reportou receitas de 18,9 mil milhões de dólares no primeiro trimestre, mais 11%, EPS de 4,28 dólares e crescimento de 10% no billed business. A guidance anual ficou intacta.
💡 Porque importa Para emissores e adquirentes, o sinal é simples: o segmento premium continua a rodar fee income e a aguentar crédito.
☕ Conversa de café O premium ainda gasta a este ritmo; quem é que vai ter coragem para cortar benefícios?