1️⃣ O euro privado deixou de ser clube pequeno O consórcio Qivalis somou 25 bancos e passou a 37 instituições para lançar uma stablecoin em euros regulada no segundo semestre de 2026, sujeita a aprovação.
💡 Porque importa Se houver liquidez e distribuição, os bancos criam um carril em euros antes do euro digital. Pagamentos e ativos tokenizados deixam de ser conversa de laboratório.
☕ Conversa de café Com 37 bancos na mesa, quem quer ficar só a ver a moeda passar por fora?
2️⃣ O repo europeu ficou mais barato, mas não simples O inquérito SESFOD do BCE mostrou alívio ligeiro nas condições de crédito entre dezembro e fevereiro, mas também mais procura de funding e spreads mais altos no financiamento com colateral.
💡 Porque importa Há liquidez, mas não há cheque em branco. Para tesouraria e mercados, o preço do colateral continua a ser uma linha de risco, não detalhe operacional.
☕ Conversa de café Se a liquidez melhorou e o spread subiu, quem está mesmo a ganhar no repo?
3️⃣ O G7 voltou aos criptoativos pelo lado sujo Os ministros das Finanças do G7 comprometeram-se a reforçar o combate ao uso de inovação financeira para financiamento terrorista, incluindo prestadores de criptoativos e carteiras sem custodiante.
💡 Porque importa Para pagamentos, exchanges e bancos com exposição a cripto, a fronteira de compliance fica mais apertada. O risco deixou de estar só no ativo, está no canal.
☕ Conversa de café Quantas carteiras sem custodiante ainda parecem produto quando o G7 lhes chama canal de risco?