1️⃣ O móvel duplicou, mas o numerário ainda manda O BCE apurou que 92% dos negócios com ponto de venda físico aceitam numerário. Os pagamentos móveis passaram de 36% em 2024 para 68% em 2026; os cartões ficaram nos 88%.
💡 Porque importa O custo de aceitar mais canais cresce, mas retirar o numerário ainda deixa clientes e resiliência operacional pelo caminho.
☕ Conversa de café Com o móvel nos 68%, quem ainda trata o checkout como escolha entre cartão e dinheiro?
2️⃣ O BCE encurtou a inspeção e a paciência As inspeções no local terminam agora em 29 semanas, menos quatro do que em 2025. Os relatórios ficaram 20% mais curtos e o BCE vai acelerar o seguimento das falhas mais materiais.
💡 Porque importa Há menos tempo para discutir o relatório e menos espaço para deixar remediações críticas presas na governação.
☕ Conversa de café Relatório 20% menor: o banco vai corrigir mais depressa ou só responder com menos páginas?
3️⃣ O T+1 já apanhou firmas sem plano A FCA encontrou participantes ainda sem plano fechado para liquidar títulos em T+1 a 11 de outubro de 2027. Alguns nem sabiam que sistemas teriam de mudar; o regulador admite agir sobre os atrasados.
💡 Porque importa O risco está na cadeia: clientes, custodians e fornecedores atrasados podem transformar um projeto técnico em falhas de liquidação.
☕ Conversa de café Falta pouco mais de um ano. Quem ainda está a pedir orçamento vai testar com quem?