1️⃣ A Adyen comprou crescimento e subiu a fasquia A Adyen elevou a previsão de crescimento da receita líquida em 2026 para 21% a 23%. Talon.One e Orb acrescentam cerca de um ponto percentual; no semestre, o volume processado chegou a 803,8 mil milhões de euros.

💡 Porque importa As aquisições aceleram a receita, mas também puxam custos e investimento. O mercado deu 11% à ação; agora quer margem.

☕ Conversa de café Um ponto de crescimento comprado chega para justificar centros de dados a 7% da receita?


2️⃣ O calor deixou quase tudo fora do seguro As vagas de calor tiraram 43 mil milhões de euros à economia europeia no último verão. Os seguros pagaram cerca de 500 milhões; perdas sem dano físico continuam fora das coberturas tradicionais.

💡 Porque importa Há procura para produtos paramétricos, mas também risco de base, preço difícil e clientes que só descobrem a exclusão depois da perda.

☕ Conversa de café Com 500 milhões pagos em 43 mil milhões perdidos, quem ainda chama cobertura a isto?


3️⃣ A compra do MPS já parece uma desmontagem A Intesa oferece 30,6 mil milhões de euros pelo Monte dei Paschi e prevê vender cerca de 635 balcões, a marca e operações centrais à Unipol, que os juntaria ao BPER. Giorgia Meloni quer evitar o desmembramento.

💡 Porque importa O remédio concorrencial pode criar outro grande banco, mas reparte clientes, rede e capital antes de a integração começar.

☕ Conversa de café Se metade dos balcões e a marca saem, o que é que a Intesa está afinal a comprar?