1️⃣ A Fed voltou a discutir subidas As atas de julho mostram vários responsáveis da Fed dispostos a subir juros se a inflação não abrandar. O cenário deixou de ser apenas manter taxas.
💡 Porque importa O custo do dólar pode ficar alto por mais tempo. Balanços, crédito e ativos de risco voltam a ter de aguentar uma curva pior.
☕ Conversa de café Quantos comités de risco ainda têm a próxima decisão da Fed como corte?
2️⃣ A Moderna queimou 5,5 mil milhões em shorts As ações da Moderna subiram 177% após o ensaio de fase 3 da vacina contra o melanoma cumprir os dois objetivos principais. As perdas dos short sellers chegaram a 5,5 mil milhões de dólares.
💡 Porque importa Um único resultado clínico virou preço, liquidez e colateral no mesmo dia. Para prime brokers, concentração continua a cobrar caro.
☕ Conversa de café Quem deu margem a uma posição capaz de perder 5,5 mil milhões num ensaio?
3️⃣ A inflação europeia voltou aos 2,9% A inflação da zona euro subiu de 2,8% para 2,9% em julho. Energia contribuiu com 0,94 pontos percentuais e serviços com 1,55; Portugal ficou em 3,1%.
💡 Porque importa O alívio nas taxas perde espaço. Margem financeira agradece, mas crédito, imparidades e pricing ficam outra vez sob pressão.
☕ Conversa de café Com energia a dar quase um ponto, quem ainda fecha o budget com cortes rápidos do BCE?