🧠 ESAs voltam a pôr private finance e geopolítica no centro do risco As autoridades europeias de supervisão avisam que a guerra no Médio Oriente, a energia e a inflação podem reabrir volatilidade, apertar funding e contaminar o sistema através do private finance, onde a transparência continua curta e as interligações difíceis de mapear.

💡 Porque importa Para banca, seguros e gestão de ativos, o recado é operacional: funding, liquidez e exposição a private markets voltam ao topo da agenda de risco.

Conversa de café Quando o supervisor junta “opacidade” e “spillovers”, está a subir o nível de atenção sobre uma zona do mercado que continua difícil de ler por fora.

🧠 M3 abranda para 3,0% e o crédito deixa de ter vento automático de fundo O BCE mostrou o M3 a crescer 3,0% em fevereiro, abaixo de 3,2% em janeiro. O crédito ajustado a famílias ficou em 3,0% e o crédito a empresas não financeiras subiu ligeiramente para 2,9%.

💡 Porque importa Não é quebra de crédito. É um ritmo menos largo. Para bancos e distribuidores, isto reduz a ajuda do contexto e volta a pôr mais peso em pricing, originação e qualidade de risco.

Conversa de café Quando o ritmo abranda, o mercado fica menos generoso. E isso costuma separar melhor quem está só a crescer de quem está a executar.

🧠 ECB multa BofA em 6,2 milhões por erro de reporting de risco de mercado O BCE sancionou o BofA Securities Europe SA por ter reportado ativos ponderados pelo risco abaixo do devido em seis períodos consecutivos entre 2022 e 2024, o que inflacionou o rácio CET1 reportado.

💡 Porque importa Um erro de reporting deixou de ser tema de back office. Passa a ser tema de capital, supervisão e reputação. E o BCE mostrou que está disposto a tratar isso como falha severa.

Conversa de café Quando o número errado mexe no CET1, já não é detalhe técnico. É gestão de banco.

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