1. Tempestades já geraram 1.000 M€ de prejuízos cobertos em seguros

A APS estima 1.000 milhões de euros de prejuízos cobertos, cerca de 180 mil participações e 260 milhões já pagos ou adiantados. O setor continua a receber mais de 1.000 participações por dia.

💡 Porque importa Isto já não é só evento climático. É pressão real sobre operações de sinistros, resseguro, reservas e pricing no multirriscos.

☕ Conversa de café Quando 41% do volume anual de sinistros entra em semanas, o tema deixa de ser meteorologia e passa a ser capacidade industrial.


2. Seguro de saúde está a passar de escolha individual para benefício pago pela empresa

No 3.º Inquérito à População do Observatório dos Seguros de Saúde, a ASF mostra que 39% dos seguros são financiados pela entidade empregadora e 11% dos segurados têm apólice há menos de um ano.

💡 Porque importa O crescimento está a vir mais de RH e acesso privado à saúde do que de venda clássica ao consumidor. Isso mexe em distribuição, retenção e desenho de produto.

☕ Conversa de café Quando a empresa paga, o seguro deixa de ser compra de retalho e passa a ser ferramenta de retenção.


3. Seguros de vida e crédito passam a ter regra mais apertada no direito ao esquecimento

O Decreto-Lei 79/2026 regulamentou a aplicação do direito ao esquecimento, fixando a informação exigível, a grelha de referência e o enquadramento para recusas ou agravamentos em crédito e seguros de vida.

💡 Porque importa Isto obriga seguradoras, bancos e distribuidores a rever questionários clínicos, underwriting e tratamento de reclamações. Menos zona cinzenta, mais risco operacional se o processo falhar.

☕ Conversa de café Muita fricção comercial no crédito à habitação estava escondida no questionário clínico. Agora passou a estar regulada.