1️⃣ O fixo já é voz de empresa No 1.º trimestre de 2026, os clientes residenciais eram 75,4% dos acessos de telefone fixo em Portugal, mas fizeram só 29,1% do tráfego. As empresas geraram os restantes 70,9%.

💡 Porque importa A linha fixa deixou de ser produto de massa e ficou como peça operacional. Isto pesa em pricing, suporte e leitura regulatória da procura.

☕ Conversa de café Se três quartos dos acessos quase não fazem chamadas, quem é que ainda paga para manter isto de pé?


2️⃣ A Telefónica fica com as chaves A Telefónica Tech e a Google Cloud lançaram em Espanha uma oferta de cloud soberana. Os dados ficam na infraestrutura Google, mas as chaves de cifragem são geradas e guardadas pela Telefónica.

💡 Porque importa A telco entra como camada de confiança sobre o hyperscaler. Para sector público e empresas reguladas, soberania passa a ser produto comercial.

☕ Conversa de café Quem vende cloud aqui: a Google, a Telefónica ou o medo de explicar onde estão as chaves?


3️⃣ O 5G ganha um árbitro A T-Mobile fechou uma parceria plurianual com a USGA e vai usar uma slice 5G para decisões de regras, bilhética, terminais de pagamento e envio rápido de conteúdos nos torneios.

💡 Porque importa Network slicing começa a sair da demo técnica. O argumento comercial fica mais simples quando a rede resolve operação no terreno, não só velocidade no teste.

☕ Conversa de café Quantos casos destes são precisos até uma slice deixar de parecer feature de laboratório?