1️⃣ A ANACOM deixou 2033 em aberto A ANACOM pôs em consulta a renovação do espectro da MEO, NOS e Vodafone. Parte das faixas fica até 2041/42, mas 2600 MHz e algum 900 MHz só chegam a 2033.

💡 Porque importa Dá continuidade operacional, mas guarda poder regulatório para mexer no mercado antes de 2042. Para capex móvel, 2033 deixa de ser horizonte longínquo.

☕ Conversa de café Quem assina investimento a 10 anos quando uma fatia da capacidade urbana fica outra vez em cima da mesa em 2033?


2️⃣ A IA virou teste de uplink A Ookla analisou 86 operadores em 22 mercados e concluiu que o 5G atual serve melhor downloads do que workloads de IA. Nenhum mercado chega ao alvo de 10 ms para AR e visão multimodal.

💡 Porque importa A promessa de IA móvel bate em latência, upload e caminho até à cloud. Vender 5G por velocidade máxima fica curto quando o tráfego passa a ser mais simétrico.

☕ Conversa de café Quantos roadmaps de IA ainda estão a fingir que upload é detalhe técnico?


3️⃣ A fibra quer sentir a rede A FiberCop e a Nokia vão testar fibra ótica como sensor distribuído, usando IA para detetar falhas, obras, vandalismo, cheias, variações de temperatura e outros eventos em tempo real.

💡 Porque importa A fibra deixa de ser só transporte. Pode entrar em manutenção preditiva, resiliência e serviços de sensing, com impacto direto em OPEX e diferenciação de infraestrutura.

☕ Conversa de café Se o cabo também passa a avisar onde dói, quanto tempo até isto entrar no business case da rede?