1️⃣ A JPMorgan abriu a frente europeia da banca estratégica

A JPMorgan vai alargar à Europa a sua Security and Resiliency Initiative de $1,5 biliões, com Jay Horine, Conor Hillery e Matthieu Wiltz na liderança regional e Tony Radakin apontado ao conselho externo.

💡 Porque importa

Defesa, energia, minerais críticos e infra passam a ser coverage de banca com tese geopolítica explícita. Isto abre conversa de mandato muito para lá do M&A clássico.

Conversa de café

Defesa, minerais e rede elétrica já entram no mesmo coverage; quem é que ainda separa banca de geopolítica?


2️⃣ O regulador dos EUA mudou o manual dos modelos

O OCC, a Fed e a FDIC reescreveram a guidance de model risk: menos prescrição, mais abordagem ajustada ao risco e um recado claro de que o próximo passo já vai olhar para AI, incluindo generative e agentic.

💡 Porque importa

Isto tira peso ao ritual e devolve foco a governance, validação e vendor models. Para muita instituição, o problema deixa de ser cumprir o manual antigo e passa a preparar o próximo.

Conversa de café

O manual velho ficou curto e o novo ainda não cobre agentic AI; quem chega primeiro, produto ou controlo?


3️⃣ A Huawei ganhou lugar na arquitetura bancária

O banco vietnamita SHB assinou uma parceria estratégica com a Huawei para desenhar arquitetura tecnológica, montar data platforms e acelerar a transformação do banco com uma lógica declarada de Data + AI First e Security First.

💡 Porque importa

Aqui já não se discute só app ou canal. O fornecedor entra na camada onde se decide dados, resiliência e margem operacional.

Conversa de café

Isto ainda é procurement ou já é escolha de bloco tecnológico?