1️⃣ Rain chegou à Mastercard com stablecoins
Rain, startup avaliada em 1,95 mil milhões de dólares em janeiro, passou a trabalhar também com a Mastercard. Já emitia cartões com Visa. Agora quer levar cartões de crédito e pré-pagos assentes em depósitos stablecoin a clientes institucionais.
💡 Porque importa
As redes estão a trazer o stablecoin para dentro do cartão, não para fora dele. Para bancos, isto mexe em issuing, settlement e escolha de parceiros.
☕ Conversa de café
Se uma fintech traz Visa e Mastercard no mesmo API, quantos bancos ainda conseguem chamar isto de piloto?
2️⃣ Paymentus mostrou que a fatura ainda paga bem
Paymentus fechou o primeiro trimestre com 358,4 milhões de dólares de receita, mais 30,2% ano a ano, e 203,4 milhões de transações processadas, mais 17,4%. Também subiu o guidance anual de receita para 1,425-1,440 mil milhões de dólares.
💡 Porque importa
Bill payments continuam aborrecidos e muito rentáveis. A disputa está a sair do processamento puro para software, dados e relação recorrente com billers grandes.
☕ Conversa de café
Se o pagamento da fatura vira software vertical, o banco fica com que pedaço da relação?
3️⃣ O BCE marcou setembro para settlement tokenizado
Piero Cipollone disse que o Eurosistema vai oferecer, a partir de setembro, settlement em moeda de banco central tokenizada para transações DLT no projeto Pontes. Também lembrou que, desde março, já aceita certos ativos DLT como colateral elegível.
💡 Porque importa
O BCE está a desenhar a fronteira: tokenização sim, mas com dinheiro público no centro. Stablecoins ficam úteis, mas não podem ser o único ativo de settlement.
☕ Conversa de café
Quem está a vender stablecoin rails a bancos já tem resposta para o Pontes em setembro?