1️⃣ Voya ficou no radar dos compradores A TOMS Capital pediu ao board da Voya uma revisão estratégica formal, incluindo venda. A tese: a empresa gere mais de $1 bilião em activos de clientes, mas continua a negociar com desconto face aos pares.

💡 Porque importa Retirement, asset management e benefits voltam a ser perímetro de M&A. Para seguradoras e gestores, escala só chega se o mercado acreditar na execução.

☕ Conversa de café Se os activos bons já estão lá, quanto tempo é que o board ainda compra com “vamos melhorar a execução”?


2️⃣ Wise descobriu o preço do AML A justiça belga investiga possível branqueamento na Wise Europe; o caso envolve mais de €500 milhões em transacções suspeitas e centenas de pedidos de cooperação criminal entre países.

💡 Porque importa Cross-border barato tem uma segunda conta: onboarding, monitoring, offboarding e resposta a autoridades. Crescer em pagamentos sem AML industrializado fica caro depressa.

☕ Conversa de café Com 4,7 milhões de transacções por dia, quem é que ainda trata compliance como back-office?


3️⃣ Mastercard entrou mais fundo nos carris do BCE A Mastercard participou num piloto TIPS X-CCY do Eurosistema, com Danmarks Nationalbank e Riksbank, para liquidar pagamentos instantâneos entre euro e coroa dinamarquesa em moeda de banco central.

💡 Porque importa As redes de cartões estão a aproximar-se da infraestrutura pública, não a ficar ao lado dela. Para bancos, isto mexe em correspondent banking, liquidez e pricing de cross-border.

☕ Conversa de café Se a liquidação passa para TIPS, que parte da margem cross-border continua defensável?