1️⃣ O Reino Unido pôs a fraude no P&L dos bancos A UK Finance diz que a fraude APP subiu 19% em 2025, para 576,4 milhões de libras, já depois das regras que obrigam bancos e PSPs a reembolsar vítimas até 85 mil libras.

💡 Porque importa Fraude deixa de ser só controlo e passa a pricing, onboarding, claims e pressão sobre tech platforms. O custo ficou regulado; a origem, não.

☕ Conversa de café Quem vai explicar ao cliente que o reembolso está no banco, mas a fraude começou no anúncio que ele viu no telemóvel?


2️⃣ O crédito ao consumo saiu da agência O Banco de Portugal estima que 51% do crédito aos consumidores e 56% do crédito à habitação em 2025 envolveram intermediários. No automóvel, mais de 80% do volume passou por esse canal.

💡 Porque importa A distribuição está a mexer mais depressa do que a rede física. Para bancos, o ponto de venda virou canal de aquisição, risco e margem.

☕ Conversa de café Se o crédito nasce no stand, quem manda mesmo na relação com o cliente?


3️⃣ Lagarde apontou os pagamentos ao corredor Índia-Europa Christine Lagarde disse que o Eurosistema está a construir a ligação entre TIPS e UPI, enquanto stablecoins em dólares tentam ocupar o espaço dos pagamentos internacionais lentos e caros.

💡 Porque importa Cross-border voltou a ser infraestrutura estratégica. Bancos europeus vão ter de escolher onde competem: rail público, wallet própria ou correspondent banking remendado.

☕ Conversa de café Quando TIPS chegar à UPI, quem ainda vai defender que remessas são só back-office bancário?