1️⃣ Private credit entrou no radar duro O ESRB está a avaliar o risco que o private credit traz para bancos e economia europeia. A discussão já inclui supervisão directa sobre uma indústria estimada em 3,1 biliões de dólares.

💡 Porque importa O tema deixou de ser só alocação alternativa. Pode bater em capital, seguros, funding de bancos e exposição indirecta a crédito difícil de medir.

☕ Conversa de café Quem tem exposição a private credit consegue mesmo explicar onde está o risco, ou só sabe o nome do fundo?


2️⃣ A cloud ganhou supervisão directa O Reino Unido pôs AWS, Google Cloud, Microsoft Ireland e Oracle UK sob regime de Critical Third Parties a partir de 13 de julho.

💡 Porque importa Cloud deixou de ser contrato de outsourcing. Para bancos e seguradoras, passa a ser infraestrutura sistémica com regulador à mesa.

☕ Conversa de café Quantos comités de risco ainda tratam cloud como decisão de procurement?


3️⃣ Aria meteu crédito dentro da factura A fintech francesa Aria levantou 7 milhões de euros e lançou uma facilidade de dívida de 240 milhões para financiar facturas em plataformas B2B, ERP e SaaS verticais.

💡 Porque importa O crédito a PME está a entrar no fluxo operacional, não no balcão. Distribuição, risco e monetização passam para quem controla a plataforma.

☕ Conversa de café Se a factura já nasce financiável dentro do ERP, que conversa sobra para o banco da PME?