1️⃣ BT e Verizon juntaram o B2B global BT e Verizon vão pôr as operações internacionais enterprise numa joint venture 50:50, com cerca de 4 mil milhões de dólares de receita anual combinada e mais de 3.000 clientes em mais de 180 países.

💡 Porque importa O ICT multinacional fica mais concentrado no serviço e menos na posse da rede. SD-WAN, cloud connectivity, segurança e compliance passam a ser escala, não só footprint.

☕ Conversa de café Quantos operadores ainda conseguem vender global enterprise sem parecer só revenda bem embalada?


2️⃣ Rocket Lab comprou espectro, não só satélites Rocket Lab acordou comprar a Iridium por 8 mil milhões de dólares, juntando lançamento, fabrico de satélites e uma rede LEO com espectro L-band global e mais de 2,55 milhões de subscritores.

💡 Porque importa O valor está a subir da órbita para o controlo do serviço. Para telcos, satellite-to-device e IoT crítico passam a ter menos fornecedores neutros e mais plataformas integradas.

☕ Conversa de café Se o prémio é o L-band, quem é que ainda olha para satélite como simples backup de cobertura?


3️⃣ Verizon quer Open RAN antes do 6G Verizon está a pressionar a Ericsson para acelerar Open RAN, depois de levar a vRAN da Samsung a quase metade da sua rede e chegar a cerca de 60.000 sites vRAN.

💡 Porque importa A discussão deixou de ser laboratório. Se o RAN aberto amadurecer antes do 6G, muda procurement, dependência de fornecedores e timing de capex rádio.

☕ Conversa de café Quando a Verizon começa a comparar fornecedores em público, quem é que finge que isto ainda é só arquitetura?