1️⃣ A ANACOM deixou o espectro em aberto Termina hoje a consulta sobre as licenças móveis de MEO, NOS e Vodafone. A ANACOM propõe renovações até 2033 ou 2042, abaixo dos 20 anos pedidos pelos operadores.
💡 Porque importa Prazos mais curtos dão margem ao regulador e à DIGI. Para os incumbentes, aumentam a incerteza sobre capex e cobertura.
☕ Conversa de café Com a DIGI à espera de espectro, quanto investimento fica preso até à decisão final?
2️⃣ A Vodafone põe o satélite no mapa português A Vodafone Portugal quer lançar até ao fim de 2027 chamadas, mensagens e dados por satélite em telemóveis 4G e 5G normais, após autorização regulatória.
💡 Porque importa O direct-to-device pode cobrir falhas sem replicar toda a rede terrestre. Também abre uma proposta de resiliência para empresas e emergência.
☕ Conversa de café Um telemóvel normal com satélite em 2027: quem paga ainda pela última torre?
3️⃣ A AT&T abriu o modelo de IA telco A AT&T e a GSMA lançaram o OTel 2.0, um modelo open source treinado para telemetria, normas e troubleshooting de redes. Foi afinado com 400 mil milhões de tokens.
💡 Porque importa Os operadores ganham uma alternativa a modelos fechados e generalistas. A disputa passa para os dados, a infraestrutura e a integração.
☕ Conversa de café Com 400 mil milhões de tokens telco disponíveis, ainda faz sentido cada operador treinar o seu modelo?